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Agentes e prompts

Guia para LLMs e agentes que escrevem AI Parlance. Spec: Especificação. Sintaxe: Sintaxe.

Como a IA deve escrever .aip

  1. Estrutura previsível: appentitycrudpolicyworkflow
  2. Nomes claros; um idioma consistente por arquivo
  3. Semântica explícita (required, belongs_to, predicados)
  4. Evitar lógica imperativa longa em workflow
  5. Não repetir auth no bloco api se já estiver definido em app

Prompt mínimo → saída

Prompt: Crie um CRM com usuários, leads e tarefas. Saída esperada:
Policies e workflows só se o prompt pedir permissões ou comportamento.

Estratégia de prompting

Descrever: entidades, relações, regras de negócio, quem pode fazer o quê. Evitar: “gere em Go/TypeScript”, detalhes de framework, boilerplate de rotas.

ai_context

Contexto semântico para agentes e validadores — não é emitido como código alvo.

Gramática controlada

Poucas formas alternativas para a mesma estrutura — ver gramática. Prefira validação inline em entity em vez de duplicar blocos validation.

Fluxo agente → software

Em falha de validação, corrigir .aip — não o Go/TS gerado.

Checklist antes de entregar

  • um bloco app com database (e auth se usar authenticated / role)
  • toda entity referenciada existe
  • policies owner_* apontam para FK real
  • workflow tem when
  • emit usa event declarado
  • ordem canônica de modificadores
  • @0.1 em app ao usar blocos beta

Referência completa

examples/crm-reference.aip — adaptar, não reescrever do zero por capítulo. Mínimo Core: examples/minimal.aip.